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Decifrando
a China
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após a publicação de "Understanding
Asian Business Cultures" pela revista MultiLingual
Computing and Technology em junho de 2005, o International
Business Manager da Dell, Leon L. Zee, entrou em contato com
Fabiano Cid para parabenizá-lo pela autoria do artigo
(aqui publicado como "Dança comigo?"). Das
proveitosas conversas entre os dois, surgiu a idéia
de uma edição da Ccaps Newsletter sobre a China.
Tamanho é o interesse da Ccaps em diminuir as distâncias
com esse poderoso gigante asiático que, para oferecer
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aos
nossos clientes traduções do inglês para
chinês simplificado ou tradicional, estabelecemos importantes
parcerias com empresas na China Continental e em Taiwan. Sem
esquecer que, em se tratanto de português para chinês
(ou vice versa), podemos sempre contar com nossos fornecedores
no Brasil. Recentemente, por exemplo, a Ccaps teve o prazer
de ajudar a maior empresa de mineração do país
a estreitar os laços com seus sócios chineses
e se estabelecer em solo asiático.
O
papel que a China exerce no mundo hoje é cada vez maior,
e essa força pode ser sentida na economia, na política,
na cultura e, é claro na indústria de tradução
e localização. Existem hoje registrados 500.000
tradutores e 3.000 agências de tradução
no país. Segundo a Associação de Tradutores
da China (TAC), a indústria de tradução
contabilizou 11 bilhões de yuan (3 bilhões de
reais) em 2003, e espera-se que esse número cresça
para mais de 20 bilhões de yuan (5,5 bilhões
de reais) em 2005. Entretanto, embora tenha levantado a cortina
de ferro e seja notícia em todo o mundo diariamente,
a China continua sendo um mistério para muitos. E se
depender de suas proporções, podemos estar falando
da nova esfinge do século XXI: quem não conseguir
entendê-la será devorado por ela. E por esse
motivo decidimos oferecer aos leitores da Ccaps Newsletter
três visões distintas sobre o país que
pode ser temível como um dragão ou terno como
um urso panda.
No
artigo de destaque desta edição, Leon Lee descreve
a influência dos caracteres chineses sobre os idiomas
da Ásia Oriental. Sua análise foi dividida em
sete partes e abrange desde os aspectos históricos
e políticos do legado chinês até os padrões
de codificação e a romanização
dos caracteres chineses na própria China, Taiwan, Japão,
Coréia e Vietnã. O artigo de Fabiano Cid trata
das diferentes maneiras de pensar de ocidentais e orientais
e dá conselhos àqueles que queiram se aventurar
a fazer negócios no outro hemisfério. Por fim,
Paul Denlinger explica as diferenças entre a economia
chinesa e as economias norte-americana atual e japonesa da
década de 80 em seu artigo "Fazendo negócios
na China: as regras estão mudando".
Suas
mensagens são sempre bem-vindas. Envie um e-mail com
seus comentários e sugestões para newsletter@ccaps.net
e
até a próxima edição!
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