Navegando por mares pouco dantes navegados, me deparei com uma crônica do Luiz Fernando Veríssimo, que teria sido publicada no Jornal do Brasil, em novembro de 97, cujo título é “Insolência”, que como tudo que ele escreve é maravilhosa. Fala sobre softwares de edição de texto e tradutores automáticos e as agruras de quem é obrigado a conviver com eles. Recomendo a leitura.
Eu encontrei essa crônica na página de abertura da monografia sobre tradução automática escrita pela Carolina Alfaro . E para ficar ainda mais interessante, ela coloca abaixo da crônica uma versão “traduzida” pelo AltaVista Translation Service. Não li a monografia toda, mas parece bem interessante e dá um panorama geral sobre as ferramentas de tradução disponíveis.
Pena que eu não tinha esta crônica comigo no fim de semana quando me perguntaram se usávamos tradutores automáticos aqui no escritório. Teria feito muito mais sucesso do que a explicação que eu dei… =)
