A probabilidade de se conseguir uma qualidade gramatical correta em uma versão feita por um não-nativo existe, mas é rara e o processo, arriscado. Sabemos que não necessariamente o tradutor precisa ser nativo para fazer um trabalho de qualidade. Para ser um bom tradutor, não basta ser nativo; ele tem que ter experiência, porque ela é a base principal para a qualidade. Sabemos também que essa experiência não é adquirida do dia para a noite, mas com anos de muita leitura, dedicação e pesquisa.
Por mais que um estrangeiro fale muito bem o português, por mais que falemos bem o inglês, sempre existirão diferenças de redação que ele jamais vai perceber, e que nós jamais conseguiremos notar no outro idioma.
Tradução é comunicação, e o tradutor tem que entender a idéia de um texto para reproduzi-la da forma mais adequada no idioma de destino. Para entender a idéia, basta ter um conhecimento avançado, mas para comunicar a idéia, é quase imprescindível ser um falante nativo.
Por esse motivo aqui na só usamos tradutores nativos. Afinal, com qualidade não se brinca!
