Traduzir não é simplesmente transformar um conjunto de palavras de um idioma para outro. É muito mais do que isso!
Trabalhando como tradutora e revisora para a Ccaps, eu me deparo com todos os tipos de tradução e decidi que o que separa o “bom” do “ótimo” é o grau de “absorção” do texto pelo tradutor – um aspecto-chave para a qualidade da tradução final.
Um tradutor excelente lê e absorve o significado de cada frase antes de traduzi-la. Ele se esforça para entender o que está sendo dito e qual a melhor maneira de passar a idéia para a linguagem em questão. Não é uma questão de traduzir o mais rápido possível, digitando cegamente e sem parar para pensar no contexto como um todo.
Isso evita erros triviais de traduções que, para começar, nunca deveriam existir. Um clássico exemplo são os falsos cognatos. Se o tradutor não se esforçar para entender o significado do texto original, ele estará fadado a traduzir “realização” como “realization” e “fábrica” como “fabric”. Ahhh! Esses erros fazem meu sangue ferver, pois demonstram uma séria falta de atenção ao texto.
Fica aqui um aviso aos tradutores e revisores. Certifique-se de que você esteja realmente “lendo” o que traduz. Procure a unidade com o texto… Ohmmmmmm ![]()
Boas traduções!
Sarah Hyde
Para conhecer mais sobre a Sarah, visite seu post anterior, Desconfiar Sempre
