Eu particularmente acho que o incentivo à literatura é muito importante para o nosso país. Escrever é ampliar os horizontes além das barreiras da escrita e deixar a criatividade levar o leitor além dos limites da imaginação.
Um poema, quando bem escrito, te carrega de carona numa viagem através de “rimas de verbetes inventados” que caminham numa sincronia a fim de aguçar os sentidos do leitor para sensações e sentimentos.
Em outubro de 2009 aconteceu a Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. A mostra foi dedicada ao tema “Arte e Tecnologia: Novas Interfaces” e o símbolo é um livro robô.

No centro da roda de participantes, o livro robô, “mascote” do evento.
A Jornada colocou em discussão outras formas de arte, como a música, teatro, dança, arquitetura e literatura, e contou com a presença de personalidades como Pierre Lévy, Nélida Piñon, Guilherme Arriaga, Fernando Bonassi, Zuenir Ventura, Clara Averbuck, entre outros. Na figura acima, eles aparecem no sentido horário, começando do alto.
Como forma de incentivo, foi concedido um prêmio de R$100.000,00 para o melhor romance da Língua Portuguesa publicado nos últimos dois anos. Incentivos como esse não só reconhecem a qualidade do trabalho do artista, mas também engrandecem a alma do leitor e a cultura de nosso país.
E sem a tríade Cultura, Caneta e Memórias, nenhum ser humano alcança o sucesso, porque a Cultura nos posiciona para o futuro, a Caneta é o que redige o nosso presente e as Memórias são os pedaços da nossa história repescados do passado.
Para obter mais informações sobre o evento, clique aqui.
Natália Pessanha
Natália Pessanha foi estagiária de engenharia de localização na Ccaps de abril de 2008 a outubro de 2009. Fez segundo grau técnico em Química e se formou em Sistemas de Informação pela UFF. Seu trabalho envolvia a preparação de arquivos para tradução, QA e handback para o cliente. Nas horas vagas, Natália divide seu tempo entre os amigos, música, teatro, cinema e cursos.
