Acho que o último post ficou bem cansativo com aquele papo de sistema hexadecimal. Este será um post mais “light”, prometo!
Um dos itens mais sem padronização a ser cuidadosamente verificado durante o processo de internacionalização é o formato de endereço. Os campos de entrada e as rotinas que processam as informações relativas aos endereços devem ser capazes de entender e manipular os mais variados formatos.
Um dos erros mais comuns é insistir que o usuário digite informações em um campo chamado “Estado” (ou “Província” para os canadenses). Enquanto essa informação faz sentido para as pessoas nos EUA ou Canadá, pode confundir usuários de outras partes do mundo que não possuem um “Estado” em seus endereços.
Deve haver também uma flexibilidade ao validar os dados inseridos. Por exemplo, é prudente evitar a validação de campos de CEP, pois eles variam enormemente de país para país e podem inclusive conter letras e não somente números.
Portanto deve-se ter muito cuidado ao incluir campos para entrada de endereços em um formulário Web, por exemplo. São tantos formatos ao redor do mundo que o melhor a fazer é utilizar a forma de entrada de dados mais livre possível. Assim, você evitará que seu usuário perca um tempo precioso tentando entender como preencher o formulário com seus dados de endereço de contato. Ou simplesmente desista porque tem mais o que fazer.
No próximo post falaremos de dinheiro. Oba! ![]()
